O abuso de poder e de autoridade em questão no Brasil

Enviada em 24/10/2021

A sociedade contemporânea funciona analogamente ao emaranhamento quântico, fenômeno físico que interliga partículas, de modo que qualquer alteração em um impacta os demais. Nesse sentido, o abuso de poder no Brasil é um problema que afeta a dinâmica social e o desenvolvimento de toda a sociedade brasileira. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a ocupação profissional e a má conduta interpessoal.

Mormente, é mister destacar que determinados indivíduos usam seu posicionamento social com o fito coercivo. Desse modo, segundo o filósofo oriental Confúcio, o sábio envergonha-se dos seus defeitos, mas não se envergonha de os corrigir. Logo, para que seja possível a existência de uma sociedade exemplar, é necessária a compreesão e admissão dos erros inerentes ao homem, todavia, o abuso de poder é  caracterizado, especialmente, nos sujeitos que não exercem a autoanálise, configurando-se, assim, depravados de princípios éticos e morais.

Sob esse viés, é imperioso ressaltar a ausência de empatia e compaixão nos cidadãos abusivos. Dessa maneira, segundo o filósofo Sócrates, a ignorância é a base de sustentação das falhas humanas. Sendo assim, comportamentos isentos de alteridade contribuem à regressão humana devido seus atributos que cooperam a uma hierarquização social, inferindo-se à desvalorização de cargos que constituem  a base da pirâmide social.

Depreende-se, portanto, a necessidade de medidas que venham mitigar o abuso de pode e autoridade no Brasil. Por conseguinte, cabe ao Governo Federal, instância máxima de administração executiva, delimitar de modo conciso a influência que as autoridades podem exercer sobre os cidadãos, por meio punições e até a destituições de cargos, afim de que o equilíbrio social possa ser vigente. Somente assim, atitudes corrompidas eticamente haverão de cessar-se em uma sociedade que busca por igualdade civil.