O abuso de poder e de autoridade em questão no Brasil

Enviada em 09/11/2021

Na obra pré-modernista “Triste fim de Policarpo Quaresma”, do escritor Lima Barreto, o Major Quaresma, admirador das riquezas oriundas do país, acreditava que se superado alguns desafios, o Brasil alcançaria o patamar de nação desenvolvida. No entanto, o autoritarismo em questão no Brasil é um problema recorrente no nosso hodierno, percebe-se que esses processos não foram superados, já que a passividade social e a negligência estatal potencializam essa entrave.

Nessa pespectiva, denuncia-se a pasividade social como um dos principais causadores do imbrógilo. Isso decorre, principalmente, da sociedade que está diante ao abuso de poder, ficando estagnada, não expondo o descontentamento com as ações autoritárias. Essa ação prova a citação de Lima Barreto em que: o Brasil não contém povo, apenas público que assiste de camarote. Desse modo, quanto mais a passividade reinar no contexto problemático, a democrácia no Brasil só existe apenas no papel, pois as ações serão sabotadas em próis dos autocratas.

Outrossim, observa-se que a negligência social possui estreita relação com o abuso do poder. Sendo assim, o Estado tem um papel ápático não cumprindo o papel de defensor dos cidadãos brasileiros desse mal. A partir do ponto de vista de Luther King, essa não ação do órgão estatal vai gerar uma injustiça local e ameaçará a justiça em todo lugar. Nessa conjuntura, o Governo acaba fazendo parte desse problema por não corromper o mal. Desse jeito, a omissão do Estado faz os brasileiros serem injustiçados como falhas governamentais, consequentemente, o povo fica propenso a viver numa sociedade corrompida pelo mal: o excesso de poder.

Por fim, pode-se inferir o abuso do poder da autoridade é um tema relevante que carece de soluções, Assim sendo, o Estado deve fiscalizar como ações de grandes autoridades, através de acompanhamentos nos trabalhos dessas pessoas e observar como ações que causam um descontentamento social e fugir dos direitos prescritos por lei, para que assim a sociedade não tenha que vivenciar novamente um autoritarismo. Dessa forma, o Brasil alcançará o patamar de nação desenvolvida, prescrito por Quaresma.