O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 17/04/2020
A construção dos feudos, muros que delimitavam uma determinada área no período da Idade Média segregou milhares de pessoas e impossibilitou o acesso a bens que somente a nobreza poderia usufruir. Semelhante a essa época, no contexto brasileiro contemporâneo, ao acesso a internet ainda é “fedeulizado”, já que grande parte da população continua alheio desse serviço. Então, tanto a concentração da internet em regiões mais desenvolvidas economicamente e quanto ao seu alto custo.
Em primeira perspectiva, a centralização do acesso a internet é uma problemática no meio social. Nesse viés, de acordo com o geógrafo Milton Santos, no Texto, “Cidadania Mutiladas”, a democracia, é extremamente necessária para a fundamentação cultural dos indivíduos, que só é efetiva quando atinge a totalidade do corpo social. Dessa maneira, a concentração do acesso a internet em áreas de alto desenvolvimento marginalizam grande parcela da população desprovido de recursos financeiros.
Ademais, atrelado condensação desse serviço, salienta-se ao elevado custeio para o acessoa internet. Ainda sob esse ângulo, segundo o Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic), releva que 70% da pessoas então conectadas a internet no Brasil, no qual fica atrás dos países europeu e da américa do norte que chega ser 90% da população. Desse modo, uma das razões para o baixo acesso a internet é o alto tarifas cobradas pela empresas desse setor.
Torna-se evidente, portanto, que mediante os fatos expostos são necessárias iniciativas para homogenização do acessoa a internet. Destarte, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, com apoio do Governo Federal, devem promover projetos para dispersão da internet no território nacional, com intuito de descentralizar esse serviço dos centro urbano, assim levará o acesso para áreas remotas. Bem como, distribuição gratuita para famílias com baixo poder aquisitivos, para que seja democratizado esse meio de comunicação para todos cidadãos. Assim destruindo as barreiras e “feudos” sociais no Brasil perante esse serviço.