O acesso à internet em questão no Brasil

Enviada em 22/04/2020

A partir da Revolução Técnico-Científico-Informacional, o grau de desenvolvimento de um país passou a ser medido pelo nível de produção HI-Tech, ampliando-se o acesso à informação. Todavia, tal inserção de uma era inovadora traz consigo  problemas notáveis e nocivos, sobretudo nos países em desenvolvimento, como o Brasil. Por meio dessa concepção, é possível se afirmar que não só exprime a discrepância entre os países do norte e os do sul, como também uma exclusão social para com os mais velhos, oriundos de uma época diferente da habitual vigente.

Inicialmente, é necessário destacar que o decurso do Brasil  favoreceu para que uma industrialização tardia emergisse, seja por uma visão conservadora ou não, isto para evitar digressões. De acordo com esse fato, a internet, a ferramenta da atualidade, ainda se desenvolve, porém, de modo incipiente se comparado ao G7: o grupo dos 7 países mais influentes do mundo. Com essa perspectiva, é imprescindível o aprimoramento que vise um acesso virtual de qualidade que se iguale aos grandes exemplares.

Ademais, vale também dizer que  as mudanças e o fluxo intenso de assertivas favorecem um isolamento relacionado aos não acostumados com o acesso, especialmente pessoas de idade avançada. Conforme o filósofo alemão Habermas, analogamente ao tema, incluir não é só fornecer a ferramenta, mas também ensinar como a usa. Portanto, é indispensável a ampliação dos usurários deste recurso tão inovador que é a internet, visto que a informação é um direito de todos.

Destarte, é dever do Estado, em consonância com empresas particulares de cunho técnico, aprimorar os sistemas virtuais por intermédio de disponibilização de verba para a estruturação e formação de mão de obra especializada, além da realização da instrução voltada aos idosos por meio de palestras educativas e campanhas publicitárias. Espera-se, com tudo isso, um produto de excelência e a inclusão dos idosos em meio às transformações constantes.