O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 22/04/2020
Allan turing,matemático britânico, foi criador do primeiro computador no período da segunda guerra mundial,no século xx,para conseguir decifrar mensagens nazistas.Nesse sentido,nessa mesma linha do tempo,foi descoberto a internet,sendo espalhada pelo mundo com o auxílio da globalização.No entanto, no caso brasileiro,muitos ainda não têm acesso a esse bem.Dessa maneira,é importante destacar dois pontos nessa temática:a dicotomia entre os que usufruem e os que não e sobre o ensino a distância.
A princípio,vale ressaltar que os que têm acabam sendo beneficiados e os que não,prejudicados. Acerca disso,segundo dados do jornal Exame,no ano de 2015,40 % da população nacional não dispõe de rede.Em análise a esses dados,mostra que os 60 % restantes engloba a possibilita de pesquisar temas distintos sobre estudos mais facilmente,notícias,redes sociais,entre outros benefícios.Por outro lado,evidencia o quando um grupo é marginalizado e esquecido pelo Estado,o qual o papel dela, consoante a Constituição Federal,promulgada em 1988,todos são iguais perante a lei e devem viver de maneira digna,com bem-estar.Logo,urge o poder público,em harmonia com a proposta do filósofo alemão,Jonh Habermas,na teoria da ação comunicativa,existir uma conversa entre eles e o consenso.
Outrossim,vale salientar o ensino a distância como uma via de diminuir o déficit educacional no maior país da América Latina.Isto porque,de acordo com o IBGE(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística),40% dos homens e mulheres do território em questão não há ensino fundamental.Por essa ótica,observa-se que caso a internet fosse distribuída de maneira homogênea no cenário nacional, estudantes poderiam ter uma base de ensino e,conforme o filósofo inglês,John Locke,na sua teoria da tábula rasa,todos nascem como uma folha em branco e que a partir das experiências da vida vai sendo escrito.Entretanto,só ter a ferramenta não adianta,é primordial que exista alguém que auxilie ele ao que deve ser estudado.Por isso, propostas podem ser tomadas para minimizar os impactos.
Infere-se,portanto,que medidas são necessárias a fim de atenuar esses impasses.Para que isso ocorra,o Ministério da Educação,em coparticipação com o da Ciência e Tecnologia,deve realizar medidas a curto e a longo prazo,como primeiramente debates sobre esse assunto,em escolas e faculdades,tanto particulares quanto públicas,além de distribuição de panfletos informativas em locais com grande circulação de indivíduos,como shoppings,praças,shows,entre outros.Isso será tangível por meio de parcerias público-privadas,que além de aplicarem mais capital,distribuíram computadores já com o pacote de internet oferecidos.Ademais, de um site sintetizado pelo governo com aulas do ensino fundamental e média para facilitar os alunos na hora de estudar. Então, assim, com esses atos diminuir esses índices e aumentar a educação em âmbito geral.