O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 06/05/2020
Durante o contexto da Guerra Fria em 1969, foi criado no Estados Unidos o meio de comunicação mais rápido do mundo a “Internet”. Pois tinha como função interligar laboratórios de cientistas e pesquisadores. Todavia, tal ferramenta, se tornou inflexível para a realidade de muitos brasileiros. Nesse aspecto, o acesso a internet não é real para todo o Brasil devido a discriminação social e irresponsabilidade do governo em questão.
Antes de tudo, é preciso analisar as dimensões de bases políticas acerca dessa problemática. Desse modo, há falhas políticas de articulação da sociedade civil e do poder público, ao receber a internet como meio de comunicação mundial. Nesse aspecto, em 2018 a pesquisa realizado pelo jornal Agência Brasil afirma que cerca de 27 milhões de residências são da classe A,93% classe B e 69% C, o que demonstra a desrespeitabilidade da inclusão de pessoas com dificuldade em habilidades com a internet e que fazem parte da classe social que não .
Além disso, fatores sociais contribuem para a propagação desse problema. Questões como discriminação, burocracia e violação dos direitos sociais são aspectos hostis da sociedade brasileira À falta de habilidade de alguns brasileiros em relação a internet. Dessa forma, muitas famílias não são protegidas pelo governo. Nesse sentido, a falta de capacitação, inclusão social e econômica se perpetuam e geram conflitos sociais e desvalorização de brasileiros interessados em aprender sobre o mundo da tecnologia, principalmente do meio de comunicação rápido da internet.
Infere-se, portanto, que para mudar esse cenário é necessário, que a ONU- Organização das Nações Unidas, unindo -se ao governo, enfatize a importância dos direitos humanos e promova reflexões através de programas de integração social, como cursos para médicos, economistas e população para através de princípios sociais mais justos.Ainda nessa linda de pensamento, as Ongs juntamente com escolas, colaborarem com debates que estimulem o senso crítico de igualdade e direitos humanos. Contudo, o acesso à internet será para todos, compreendido por todos.