O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 01/05/2020
Sabe-se que, durante a Guerra Fria, vastas tecnologias de ponta foram desenvolvidas, em razão de uma constante corrida armamentista. Sob esse prisma, com o auxílio da Revolução Industrial, diversas dessas tecnologias foram aprimoradas, o que fez com que uma inexorável globalização fosse desencadeada e, por intermédio da internet, longínquas distâncias desapareceram, conectando milhares de pessoas ao redor do mundo. Todavia, embora o uso da internet mostre-se corriqueiro, não são todos os indivíduos que possuem acesso à ela, devido à corrupção realizada pelos estadistas, gerando, portanto, uma assídua desigualdade social.
Primordialmente, é autêntico que, conforme articulado por Nicolau Maquiavel: “Para conhecer o caráter do povo, é preciso ser príncipe, e para conhecer o caráter do príncipe, é preciso ser povo.” Em vista disso, é incontroverso que a contemporaneidade contradiz análoga citação, uma vez que tal ideologia propõe que governantes e povo conglomerem-se, com o intuito de que um obtenha o conhecimento do que ocorre na existência do outro. Em contrapartida, é sabido que esporadicamente os regentes irão abandonar suas existencialidades faraônicas para juntar-se à classe baixa. Sendo assim, não tendo consciência das adversidades vividas no dia a dia de semelhante classe, a ausência de empatia para com ela é despertada, tornando a corrupção algo de caráter fácil e sem remorso.
Diante do exposto, mediante à congênere desonestidade política, a classe baixa é irrefutavelmente ignorada como se não fizesse parte do corpo social. Dessa maneira, os cidadãos de similar âmbito societário são completamente desamparados pelo Estado, visto que a esmagadora maioria não obtém atendimento de saúde adequado, nem educação de qualidade, tampouco um salário satisfatório o qual supra as despesas domésticas e a alimentação. Destarte, perfaz-se que se consoante população muitas vezes não dispõe nem de comida, é indubitável que não existirá a mais remota possibilidade dela adquirir um computador ou smartphone e ter acesso à internet, em virtude de que o preço a se pagar por tais tecnologias não adentra em seu orçamento mensal reduzido.
Em suma, é imperativo que nem todos os indivíduos possuem acesso à internet no Brasil devido à corrupção efetuada pelos estadistas. Logo, para desatar equivalente impasse, é dever da Polícia Federal, junto com o Supremo Tribunal Federal, colocar um fim à corrupção, por meio de severas investigações com todos os políticos da nação, a fim de que os corruptos sejam punidos e substituídos por outros devidamente comprometidos com o bem-estar popular. Dessa forma, a desigualdade social será extinta e os cidadãos em sua totalidade poderão desfrutar da aquisição às novas tecnologias e à internet.