O acesso à internet em questão no Brasil

Enviada em 04/05/2020

As complicações atuais de ensino em relação à falta de internet

É certo que a internet é a ferramenta mais útil mundialmente. O que implica debater sobre sua acessibilidade. O número de pessoas que tem acesso a esse mecanismo online em relação ao Brasil é bem ampla, mas não total, se tornando um considerável fator de desigualdades sociais e falta de oportunidades.

Segundo pesquisa de Tecnologia da Informação e Comunicação feita pelo IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 69,8% da população do país possui tal conexão. Isso significa que 30,2% dos brasileiros não estão conectados.

Somado a isso, nesse período de Pandemia a internet vem sido fundamental, tanto para entretenimento afim de se manter ocupado dentro de casa, quanto para ensinos a distância já que aulas presenciais não são possíveis, com intuito de evitar aglomerações nas escolas. O que tem sido debatido é que a falta de internet pode prejudicar muito nesse contexto, rejeitando os direitos de aula dos alunos. Há também o obstáculo de usufruir de uma boa conexão para a realização de EaD, ensino a distância, método que foi aprovado pelo Ministério da Educação. Ter o acesso nem sempre significa que será bom, ainda mais nesse momento em que possuí muitas pessoas conectadas ao mesmo tempo, sobrecarregando a rede e deixando-a lenta.

Sabendo portanto, da impossibilidade de aulas presenciais nesse momento, e as complicações devido à falta de acesso à internet, todas as instituições de ensino deveria suspender as atividades durante o período de Pandemia, um exemplo disso é a Universidade Livre de Berlim, situada na Alemanha. Essa suspensão teria como consequência após a normalização, a reposição de todas as atividades. Dessa maneira, evitará as diferenças de benefícios, como o direito à educação.