O acesso à internet em questão no Brasil

Enviada em 30/04/2020

Na atualidade, está ocorrendo uma situação nova e inesperada para todos, uma pandemia. A qual limitou o contato com outras pessoas, e faz com que as mesmas fiquem em casa, sendo facilmente contagiosa. Com todos em casa, uma parte da população hoje, está recorrendo ao mundo online: pessoas fazendo home office, escolas adotando o método EAD ( ensino a distância) e entre outros. Entretanto nem toda população brasileira tem acesso à internet, visto isso há necessidade de ampliar a inclusão digital para o maior número possível de pessoas no Brasil.

Com a pandemia ocorrendo as escolas acharam uma saída, o ensino EAD. Assim sendo, as aulas presenciais, em escolas particulares ou públicas, foram canceladas.Contudo , com o propósito de permanecer com as atividades didáticos, os estabelecimentos de ensino particulares decidiram por plataformas na internet que possibilitaram a prática das aulas. É claro que essa solução não atendeu para os colégios públicos, pois nem todos os estudantes possuiriam a oportunidade de assistir as aulas online devido à péssima condição da internet ou a escassez de instrumento eletrônicos.

No país, muitas pessoas vivem em situação de pobreza e miséria, de modo a não possuírem coisas básicas, como alimentação balanceada, saneamento básico e outras recursos para uma boa qualidade de vida. Essa realidade somada a falta de sinal de internet e até mesmo de energia elétrica estável. Os mais prejudicados são os que têm renda salarial baixa, aumentando o abismo já existente entre as classes sociais.

Em suma, deve o Governo juntamente com o Poder Executivo ,responsável por assegurar os direitos jurídicos de acesso à tecnologia a todos, por meio da necessidade de maior parcela de seu público, construir centros que disponibilizem equipamentos e acesso à internet, tendo a presença de profissionais com experiência para ensinar à população a manusear as materiais virtuais, aprimorando seu uso para trazer lucro aos usuários. Essas unidades poderiam ser instaladas, principalmente, nas regiões onde o acesso às redes é quase nulo, tendo como conclusão, o aumento do número de pessoas competentes de usar benefício das tecnologias em seus interesses e de uma maior inclusão digital.