O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 30/04/2020
O mundo hoje está em extrema dificuldade por conta da pandemia do coronavírus, e um dos fatos mais comentados é o estudo a distância que está sendo muito falado, de preferência à respeito de que uma grande parte da população não tem o acesso à internet.
Como pode-se observar as escolas públicas não tem uma infraestrutura de adotar esse tipo de prática, sem conscientização de que muitos alunos podem sair prejudicados futuramente por esse ato. Isso faz com que as escolas particulares tenha vantagens, além disso, na maioria delas já foi adotado esse estudo. A organização também diz que o EaD não se adéqua para o ensino fundamental, porque a criança ainda não tem capacidade de concentração e autodisciplina que é necessário. E nem para o ensino médio, pois precisa de uma apoio maior de aprendizagem.
Afim disso, dados fornecidos da Unicef diz que os nos continentes africanos e espanhóis, o índice de pessoas que não o acesso à internet é muito alto, principalmente na idade entre 15 a 24 anos que é uma população muito jovem. “O mundo tecnológico se move tão rápido que, se forem adotadas as medidas necessárias para que o acesso chegue a todas partes, provavelmente esse será um dos campos em que poderemos avançar mais depressa”, diz Blanca Carazo, diretora do Comitê Espanhol de Programas do Unicef.
Pode-se concluir que o munto da tecnologia têm suas vantagens porém não chega a todos da mesma forma. Uma solução que pode fazer uma grande diferença, é se o Governo disponibilizasse à internet gratuitamente para as pessoas que não tem acesso, pelo menos para conseguirem concluir os seus estudos no tempo correto. Assim, todos os pontos abordados também servem para os trabalhadores.