O acesso à internet em questão no Brasil

Enviada em 30/04/2020

Segundo pesquisa TIC Domicílios, 126,9 milhões de pessoas usaram a rede regularmente, metade da população rural e das classes D e E agora têm acesso à internet. A internet é algo que o Brasil ainda não tem total controle, segundo pesquisa TIC Domicílios, o Brasil cresceu de 67% para 70% de pessoa que agora usam internet, mais o problema é que isso é muito pouco para coisas como as aulas EaD, que é um principal problema nessa época principalmente, pois muitas das famílias de escolas publicas não tem nem computador para acessar essas aulas e muito menos internet.

É evidente que a internet é o principal problema para muitas coisas, como aulas EaD, muitas das vezes, pode ser pela desigualdade social, que alunos com um computador bom e internet boa, poderá desfrutar das aulas on-line, fazendo com que os alunos de escola pública que não tem computador ou internet percam todo esse conteúdo.

Ademais, fica claro que a internet é algo que é muito bom para quem a usa, mais é um problema para quem não consegue usar ela ou não tem ela, pois a muita desigualdade para quem tem acesso a alta tecnologia, como, melhora na qualidade da educação, possibilidade de acessar ferramentas e informação que permitam aos jovens buscar novas soluções para seus problemas e melhor atenção em caso de emergência.

Portanto, principalmente para as famílias sem computadores ou internet, tem que ser visto uma proposta rápida, e eficaz para todo mundo, fazendo com que diminua a desigualdade através da internet, e alunos de escolas publicas possam ver suas aulas EaD. Logo, o governo teria que fazer um abaixo de custos para internet e tecnologias, para que famílias que não tem custos benefícios para comprar, consigam pagar a sua internet e seu computador, também poderia ser colocado em locais pobres, uma internet rápida e de graça em pontos que tenham muitas casas, muitas famílias que não conseguem pagar sua internet, com a mídia, fazer anúncios para que essa internet seja usada com sabedoria, e não com “besteiras”.