O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 30/04/2020
A internet surgiu na segunda metade do século XX, sendo usada primariamente na comunicação em instituições científicas e governamentais, conforme sua evolução foi sendo implementada nas residências comuns e hoje se encontra em situação considerada um bem essencial. No atual contexto da pandemia de covid-19, a internet está sendo essencial nos meios escolares e profissionais, por conta da quarentena muitas instituições escolares optaram por fazer aulas online, intitulada “EAD’s”, no meio profissional os home-office’s nunca foram tão populares, porém em um país como o Brasil que peca em infraestrutura, esses serviços no meio público são inviáveis, já que muitas pessoas ainda não tem acesso a internet e sequer a um computador.
No Brasil, 42 por cento dos lares brasileiros, segundo o UOL, não possuem computadores, isso significa, que nesse momento de fragilidade, quase metade da população não tem a possibilidade, de estudar, trabalhar e fazer outras atividades de maneira online pelo computador. Grande parte dessa porcentagem da população se encontram em uma situação frágil, sendo de classes sociais mais pobres, elas são as pessoas que nesse momento mais precisavam de um trabalho para se manter.
Entretanto quando se diz sobre internet, a porcentagem aumenta um pouco, segundo o IBGE, 63% da população brasileira tem acesso a internet sendo que 94% dessa população tem o acesso pelos celulares, isso deveria ser mais aproveitado pelo governo no meio escolar, já que, por conta de ser algo mais simples, o celular é mais do que suficiente. Para a outra parte dos estudantes que não tem acesso, o governo pode continuar fazendo seu trabalho pelas redes abertas de televisão, o que já está sendo feito, porém deveria ser levado com mais atenção.
O governo deve investir no meio estrutural online da mesma forma que investe no meio da saúde. Para mover um pouco mais o mercado de trabalho nesses tempos “lan house’s”(centros com diversos computadores e acesso a internet) devem criadas, com acesso gratuito para trabalhadores que não tem acesso a internet, esses mesmos centros podem ser usados por alunos mas além disso, os alunos vão ter uma programação especial televisiva pelo canal de preferência do governo com conteúdo realmente pertinente, isso evitará o imenso atraso nas redes pública de ensino.