O acesso à internet em questão no Brasil

Enviada em 02/05/2020

Como advento da revolução tecnológica no período da guerra fria, a internet, é o principal meio de comunicação e compartilhamento de dados na atualidade. No entanto, o acesso a internet não é uma realidade em todas as casas do Brasil, fruto tanto da baixa renda das famílias brasileiras quanto do baixo nível escolar da população do país. Sob esse viés, é urgente a reversibilidade da problemática em questão.

Precipuamente é fulcral pontuar que a falta de acesso à rede ampla global nos domicílios brasileiros deriva da baixa atuação dos setores governamentais. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não acontece no Brasil. Nesse contexto, devido à falta de atuação das autoridades, muitos lares não têm internet, já que precisam gastar o pouco dinheiro que recebem com necessidades básicas, como por exemplo, energia, alimentação e água. Desse modo, faz-se mister a reformulação da visão do Estado sobre essa postura econômica.

Ademais é imperativo ressaltar o baixo nível de escolaridade como promotor do problema. De acordo com pesquisa feita pelo G1, 40 por cento dos alunos do ensino fundamental usam internet, enquanto na graduação esse número chega a 95 por cento. Partindo desse pressuposto, é nítido que o acesso à rede aumenta com a escolaridade do estudante, tornando assim, os mais jovens com maior déficit.

Dessarte, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática. Portanto, urge que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do ministério da economia, será revertido em uma reformulação das leis que dizem respeito aos impostos pagos pelos mais pobres e propagandas sobre o acesso a web dos mais jovens, por meio do poder legislativo e programas de televisão, com o intuito de diminuir a alta carga tributária sobre os mais necessitados bem como aumentar a exposição dos estudantes mais novo à novas tecnologias e mitigar a falta de acesso à internet em território nacional. Isto posto, atenua-se-a, em médio e longo prazo os impactos nocivos do baixo acesso a essa dádiva da guerra fria.