O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 03/05/2020
A Constituição Federal de 1988 diz que: ”proporcionar os meios de acesso à cultura, à educação, à ciência, à tecnologia, à pesquisa e à inovação”. No entanto, percebe-se que, em algumas regiões brasileiras não possuem acesso à internet com regularidade. Nesse aspecto, o baixo incentivo governamental fortalece para tal desigualdade. Concomitante, tais indivíduos são também, os últimos a acessarem novas tecnologias. Primeiramente, a internet tornou-se principal meio de comunicação e informação. Em pesquisa realizada pelo TIC Domicílios cerca de 40% dos domicílios não possuem acesso a internet. Nesse sentido, é comprovado a diferença entre locais com alto padrão de desenvolvimento e regiões afastadas com pouca infraestrutura. Além de que, o estado de forma ilusória, desampara e, não incentiva o desenvolvimento da cultura e tecnologia em tais lugares.
Ademais, é evidente a dificuldade encontrada no acesso a novas tecnologias , uma vez que, por ser escasso nas periferias urbanas, tem o seu valor elevado. Nesse cenário, Nelson Mandela deve ser listado com:” Devemos promover a coragem onde há medo e promover acordo onde há conflito”. Na qual busca ampliar o fim da desigualdade de classes, o que é perceptível na condição nacional. Sendo assim, faz necessário políticas que busquem a democratização no acesso a novas tecnologias. Portanto, com todos os fatos sobreditos, tornam-se evidentes a desigualdade no acesso a internet no Brasil, seja estrutural ou social. Nesta base, cabe o Ministério da Ciência (MC), incentivar parceria público-privada que promovam instalação de internet em regiões periféricas, através de descontos em taxas de impostos, afim de que a internet tenha seu consumo por todos de forma acessível. Além disso, o Governo deve ampliar medidas sócio educativas que permitam acesso a conhecimento e posterior desenvoltura de novas tecnologias em regiões desfavoráveis. Somente assim, agiremos de acordo com a constituição de 1988 e aproximaremos da realidade defendida por Nelson Mandela.