O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 04/05/2020
A internet foi criada no auge da Guerra Fria com o nome de “Arpanet” e seu principal uso era no meio militar para enviar e receber informação. Anos depois, ela se expandiu no mundo inteiro, mas ainda mantém sua principal função de transmitir conteúdo. Porém, no Brasil, é vergonhoso que essa tecnologia imprescindível encontra muitos problemas em difundir todas as suas vantagens e benefícios simplesmente pela falta de cobertura de sinal em diversas regiões do país.
Primeiramente, é de suma importância destacar umas das comodidades que é possível encontrar “online”: a internet é o segundo meio de comunicação favorito para se informar sobre as principais notícias, possuindo cerca de 26% da preferência e perdendo apenas para a televisão. Esse dado da Pesquisa Brasileira de Mídia 2016 está relacionado com a facilidade de encontrar as notícias e com a quantidade de informação que se pode encontrar online, assim, exemplificando uma de suas muitas vantagens. Além disso, mostra a crescente demanda de usuários e migrantes de outras mídias.
Contudo, em 2016, mais de 21 milhões de lares brasileiros não possuíam o acesso à rede, segundo a pesquisa realizada pelo IBGE, mais de 25,3% das casas não estão conectadas. Um dos principais motivos desse número é a indisponibilidade em certas regiões, principalmente no norte brasileiro: o índice de pessoas que não se conectam na rede porque não possuem o acesso chega em 13%. Isto é, a rede mundial de computadores no Brasil, apesar de muito desejada, é negada por causa da falta de suporte, revelando assim um descaso por partes das empresas e do governo para com a população.
Em conclusão, para que mais pessoas possam se conectar, é preciso que o Comitê Gestor da Internet no Brasil, junto das empresas de telecomunicações, aumente a cobertura do sinal em todo o país, por meio da instalação de novos provedores em regiões mais afastadas. Com isso, espera-se que outras pessoas acessem e usufruem da rede no Brasil todo, o que irá melhorar ainda mais a comunicação nacional e trará novas possibilidades para os moradores de regiões mais esquecidas.