O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 05/05/2020
Atualmente, se tem presenciado uma maior demanda do acesso á internet no Brasil. É notável o prejuízo e a restrição de informações em comunidades que por algum motivo, maioria das vezes pobrezas extremas, não tem conexão. No momento presente, o país está vivenciando uma crise de saúde mundial, requerendo que exista uma maior flexibilidade nesta área, para que se tenha as oportunidades oferecidas, como por exemplo a educação a distância.
Primeiramente, tem como principal obstáculo hoje no Brasil a falta de acesso a internet em comunidades carentes, privando seus habitantes das informações e recursos que a rede mundial divulgar em sites, redes sociais e demais plataformas oferecem. Podemos notar, que a cada ano que se passa, mais pessoas tem acesso a internet, porém, segundo uma pesquisa do IBGE feita em 2018 , apenas 69,8% da população brasileira conseguem possuem esse tipo de conexão.De fato, a falta de informação priva famílias de obter o conhecimento necessário, por exemplo, para a situação que se passa neste momento de 2020.
Também se tem os atos prejudiciais às crianças, adolescente e jovens que se encontram em formação acadêmica e se inibem de receber uma educação a distância, mesmo que muito básica. Seguindo nessa linha de raciocínio, se tem um devido papel de enaltecer a importância dos estudos durante uma isolação social. Uma das justificativas para isso, é a ocupação mental e física, fazendo com que sobre menos tempo para criar pensamentos negativos, solidão e sentimentos de inutilidade, desencadeando a depressão e ansiedade. Obviamente também é importante o conhecimento básico ou complexo em qualquer momento da vida, inclusive na fase escolar, junto disso, usa-se essa qualidade fundamental juntamente com a citada anteriormente para proporciona uma melhor experiência nessa quarentena, visando a saúde mental e o ensino.
Em síntese, podem ser projetado organizações para auxiliar pessoas sem o acesso devido, com computadores e entrega de livros didáticos em comunidades distantes e carentes, criadas pelo ministério da educação ou OGNS privadas, seguindo a recomendação da OMS, para que evite aglomerações e disseminação do vírus, com alto índice de contagio. Ademais, as entidades responsáveis citadas anteriormente, deve estudar a população que receberá a beneficiação para que chegue ao acordo do tamanho do espaço, a quantidade e a melhor forma de fazer para garantir sucesso e proporcionar uma melhoria na educação a distância nas regiões desprovidas de recursos necessários para a vida academica em um momento tão delicado quanto esse.