O acesso à internet em questão no Brasil

Enviada em 05/05/2020

Na obra “Cidadão de papel” de Gilberto Dimenstein no qual expõe os direitos do cidadão apenas na teoria sendo na pratica pouco aplicado. Nesse sentido, tal panorama à acessibilidade da internet está na Constituição Federal de 1988, assegurado no artigo quinto. Porém, percebe-se que não há o cumprimento dessa garantia sendo necessária uma solução.

Em primeira análise, é lícito postular a pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística sendo, 1 a cada 4 brasileiros não tem amparo cibernético. Nesse raciocínio, áreas rurais e periféricas são alvo específicos, pois a demanda não é tão grande devido à quantidade de pessoas assim como a pouca infraestrutura dessas regiões. Torna-se clara, por dedução analítica a falta de investimento de empresas de distribuição.

Ademais, é preciso compreender os benefícios gerados como as informações, comunicação, ferramenta de estudo para apoio escolar e conhecimentos de diversos assuntos e como estes são proporcionados apenas para determinados indivíduos privilegiados. Dessa maneira, o conceito de filósofo Karl Marx, sendo as condições sociais influenciadas pela econômica promove desigualdade, como vista nesse contexto. Evidencia-se, assim, que a seletividade de conetividade pode representar comportamentos nocivos aos direitos constitucionais.

Em suma, a falta de acesso à internet é um complexo desafio que precisa ser combatido. Dessarte, o Estado pode estimular o incentivo para empresas privadas para abranger territórios pouco explorado. Tal ação, por meio de projetos que facilitam as barreiras de conexão estimulam a rede de dados para todos.  Feito isso, a sociedade brasileira poderá cumprir os direitos constitucionais, e não apenas na no papel dentro da concepção de Dimenstein.