O acesso à internet em questão no Brasil

Enviada em 06/05/2020

Na atualidade, está ocorrendo uma situação nova e inesperada para todos, uma pandemia, a qual limitou contato com outras pessoas, fazendo que as pessoas fiquem em casa, sendo facilmente contagiosa. Com todos em casa, uma parte da população hoje esta recorrendo ao mundo online: pessoas fazendo home office, escolas adotando o método EAD (ensino à distância) e entre outros. Entretanto, nem toda população brasileira tem acesso à internet. Visto isso, há necessidade ampliar a inclusão digital para o maior número possível de pessoas no Brasil.

Com a pandemia ocorrendo, as escolas acharam uma saída, o ensino EAD. Assim sendo, as aulas presenciais, em escolas particulares ou publicas foram canceladas. Contudo, com o proposito de permanecer com as atividades didáticas, os estabelecimentos de ensino particulares decidiram por plataformas na internet que possibilitaram a prática das aulas. É claro que essa solução não atendeu os colégios públicos, pois nem todos os estudantes possuiriam a oportunidade de assistir às aulas online devido à péssima condição da internet ou a escassez de instrumentos eletrônicos.

No país, muitas pessoas vivem em situação de pobreza e miséria, de modo a não possuírem coisas básicas, como alimentação balanceada, saneamento básico, energia elétrica instável e outros recursos para uma boa qualidade de vida. De acordo com a pesquisa do IBGE, 54,8 milhões de brasileiros tem renda domiciliar baixa, inferior a R$ 406 por mês, o que aumenta o abismo já existente entre as classes sociais.

Em suma, deve o Governo juntamente com o Poder Executivo, responsável por assegurar os direitos jurídicos de acesso à tecnologia a todos, por meio da necessidade de maior parcela de seu público, construir centros que disponibilize equipamentos e acesso à internet, tendo a presença de profissionais com experiência para ensinar a população a manusear os materiais virtuais, aprimorando seu uso para trazer lucros aos usuários. Essas unidades poderiam ser instaladas, principalmente, nas regiões onde o acesso às redes é quase nulo, tendo como conclusão, o aumento do número de pessoas competentes de usar beneficio das tecnologias em seus interesses e de uma maior inclusão digital.