O acesso à internet em questão no Brasil

Enviada em 07/05/2020

A pandemia do coronavírus teve como um dos fatores nas escolas as suspensões das aulas. Portanto, o governo juntamente com as diretores dessas instituições promoveram o EAD (ensino a distância), com objetivo de suprir as necessidades de educação, porém, mais de 50 milhões de brasileiros não possuem acesso a internet, resultando assim em estudantes sem acesso igualitário as plataformas onlines, embora exista também o fato dos estudantes do ensino médio que prestarão o ENEM.

“A pátria educadora,” slogan da ex-presidente Dilma Rousseff, conforme dito significaria a educação como alta prioridade, a fim de democratizar o conhecimento, levando acesso a todos um ensino de qualidade. Conforme foi dito existe estudantes que na pandemia não possuem esse acesso, levando então a um deficit na educação com o aumento da desigualdade social com a exclusão desse  alunos.

Outrossim, é importante destacar que mais de 5 milhões de candidatos prestam ao ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) todo ano, com o objetivo de ingressar em universidades. “Não importa onde esteja, aproveite para estudar em qualquer lugar, de qualquer forma…” Foi publicado está propaganda do MEC, em suma seria se todos os estudantes tivessem  essa facilidade de acesso por causa das suspensões das aulas.      Assim sendo, o Ministério da educação deve promover medidas mais igualitárias, num esquema de educação que mais se adeque a realidade da sociedade brasileira em plena pandemia, como a distribuição de recursos para estudantes não favorecidos de modos ou meio de estudo, afim de diminuir essa disparidade, e consequentemente não levando ao aumento de uma exclusão social. O Brasil se tornaria um país com um melhor equilíbrio socioeducativo mesmo no estado de pandemia.