O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 08/05/2020
Segundo uma pesquisa divulgada pelo IBGE em 2020, um em cada 4 brasileiros não possui acesso à internet, o que representa boa parte da população nacional. Analisando esses dados, percebe-se uma desigualdade social elevada no país. Com isso, o que vêm acontecendo, principalmente nos tempos atuais, com a pandemia do COVID-19, é a dificuldade no acesso ao EAD que as escolas forneceram como solução para a paralisação das aulas. A desigualdade social no Brasil é um problema grande, que vêm sofrendo muitas dificuldades para ser combatido. O que ocorre é o excesso da concentração de renda, o que é basicamente muitas pessoas muito pobres, e poucas pessoas muito ricas, o que acaba acarretando em diversos problemas, incluindo a dificuldade no acesso à internet em questão. Com esse escasso acesso à internet para parte da população do país, ocorre outro problema contemporâneo: A desigualdade também aparece no ensino. As escolas brasileiras, como medida preventiva contra o coronavírus, pararam, e para que não se perca o ano letivo, forneceram como solução aulas online. Como já foi apresentado anteriormente, boa parcela da população não possui acesso à internet, o que prejudica muito os estudantes que fazem parte dessa porção da população, já que não poderão acompanhar aulas no formato de EAD. Uma solução plausível para o problema de desigualdade social no país é o estado mudar o foco dos investimentos para medidas sociais, visando diminuir essas desigualdades, e, assim, consequentemente, aumentar o acesso à internet no Brasil. Porém, essa é uma solução a longo prazo, o que não resolveria o problema da falta de acesso ao ensino que os alunos estão enfrentando agora em meio à quarentena. Uma solução a curto prazo, seria o Ministério da Educação, juntamente com os órgãos responsáveis de cada estado, viabilizar o acesso as aulas para todos, fornecendo materiais didáticos completos temporariamente, com até mesmo dvd’s com aulas gravadas via correio para esses estudantes que não possuem acesso à rede internet, conseguindo, a curto prazo, democratizar o acesso ao ensino EAD.