O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 13/05/2020
A Organização das Nações Unidas (ONU) assevera que o acesso à internet é um direito do ser humano. Entretanto, substancial parcela da população brasileira não tem acesso à este artifício, o que se mostra um grave problema social. Com efeito, para que o acesso à internet seja democratizado, há de se combater a negligência governamental, para que indivíduos cujo não tem acesso à esse serviço, não sofram com as deploráveis consequências: falta de informação e exclusão social.
Sob uma primeira análise, a descaso governamental representa grave obstáculo para a democratização do acesso à internet. A esse respeito, de acordo com dados do IBGE, aproximadamente 42 milhões de brasileiros não tem acesso a esse serviço. Ocorre que, a partir desses dados, evidencia-se que o Brasil é um país antiquado, uma vez que grande parcela da população não tem acesso à esse artifício e sofrem com diversas consequências intoleráveis. Dessa forma, enquanto a displicência governamental for regra, o acesso à internet será exceção.
Sob esse viés, a carência do acesso à internet vai ao encontro com a falta de informação e exclusão social. Nesse sentido, o movimento iluminista cauciona que a tecnologia facilita o esclarecimento e desenvolvimento de uma nação. No brasil, tal afirmativa é banalmente contrariada, uma vez parcela da população não tem acesso à internet, resultando na expressão de em um país subdesenvolvido. Assim a manutenção do acesso à esse serviço representa grave retrocesso e causa graves problemas para o desenvolvimento nacional.
Urge, portanto, que o MCTIC - Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação - invista, por meio meio de verbas governamentais, na distribuição de redes de internet. A iniciativa do MCTIC teria finalidade de garantir uma distribuição igualitária de internet para toda população. Assim, a sociedade brasileira poderá viver de forma mais justa e democrática, como pressuposto pelas normas da ONU.