O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 25/05/2020
A desigualdade e a internet com jovens
‘A tecnologia move o mundo’, disse Steve Jobs, empresario e fundador de uma das maiores empresas de tecnologias à Apple. A internet e o mundo cibernético, trouxe ricas experiencias como facilidades ao agendamento de consultas de planos de saúde, a comunicação através de mensagens de texto como quase que instantaneamente. Entretanto isso tem evidenciado os desafios do acesso a internet no Brasil, e as consequências que a falta de acesso traz a regiões mais afastadas dos centros urbanos e as consequências que isso traz educação no Brasil.
Segundo pesquisa o IBGE 46 milhões de brasileiros não tem acesso a internet, a pesquisa ainda aponta que a renda media das pessoas que estavam conectadas era de R$ 1.769 e as que não tinham acesso era de R$ 940, esses dados evidenciam uma desigualdade entre os rendimentos recebidos por uma parte da população, lembrando a influencia que essas dificuldades trazem a população carente, a internet tem sido rotina nas vidas dos brasileiros, mas essa é uma realidade que não é justa e não é igual, não é para todos. A falta de politicas publicas tem feito as pessoas periféricas terem ficado de fora da mundo globalizado com a internet, no mundo adolescente a internet tem sido cada vez mais presente seja em conversas com amigos ou em pesquisas acadêmicas .
A internet trouxe facilidade em didáticas propostas por professores que orientam aos seus alunos como em pesquisas de conteúdos, mas essa evolução só aconteceu em quem pode pagar por este tipo de serviço, segundo pesquisa divulgada pela ONU (Organização das Nações Unidas) 52% da população mundial feminina não utilizam a internet em casa, no caso dos homens é apenas 42%, essa realidade mostra que momentos em casa ou durante pandemias esses desafios traz como reflexão como jovens que nasceram em eras tecnológicas podem ter sua vidas com prejuízo ao seu desenvolvimento pessoal e acadêmico, para essa geração a tecnologia esta ligada diretamente ao seu amadurecimento.
Portanto, compete aos governo realizar politicas publicas que combatam o desemprego, onde deve ser feita por meio de investimento na economia uma vez que pode ser com incentivo fiscal para empresas privadas, podendo oferecer o abate de impostos como PIS e COFINS com empresas que tenham mais 300 de funcionários, e o desconto ocorrendo conforme o número de contratações, com o objetivo de se ter um maior número contratações e também podendo se ter como beneficio a não sobrecarga de trabalho dessas pessoas.