O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 18/06/2020
A Constituição Federal de 1988 reitera que: ” É direto de todos os cidadãos livre acesso a cultura e informação”. No entanto, percebe- se que, regiões periféricas de grandes metrópoles brasileiras não possuem acesso à internet com regularidade. Nesse aspecto, o baixo incentivo governamental corrobora para tal desigualdade. Concomitante,tais indivíduos são também,os últimos a acessarem novas tecnologias.
Primeiramente,a internet tornou-se principal meio de comunicação e informação. Em pesquisa realizada pelo TIC Domicílios cerca de 40% dos domicílios não possuem acesso a internet. Nesse sentido, é comprovado a disparidade entre locais com alto padrão de desenvolvimento, e regiões afastadas com pouca infraestrutura. Além de que,o estado de forma utópica, desampara,e não incentiva,o desenvolvimento da cultura e tecnologia em tais localidades.
Ademais, é notório a dificuldade encontrado no acesso a novas tecnologias, uma vez que,por ser escasso nas periferias urbanas,tem o seu valor elevado. Nesse cenário, Nelson Mandela deve ser elencado com: ”Devemos promover a coragem onde há medo e promover acordo onde há conflito”. Na qual busca ampliar o fim da desigualdade de classes, o que é perceptível na conjuntura nacional.
Sendo assim,faz necessário políticas que busquem a democratização no acesso a novas tecnologias. Portanto, com todos os fatos supracitados,torna se evidente a disparidade no acesso a internet no Brasil, seja estrutural ou social. Nesta cerne, cabe ao Ministério da ciência, incentivar parceria público-privada que promovam instalação de internet em regiões periféricas, através de descontos em impostos, afim de que a internet tenha seu consumo por todos de forma acessível. Além disso, o Governo deve ampliar medidas sócio – educativas que permitam acesso a conhecimento e posterior desenvoltura de novas tecnologias em regiões desfavorável. Somente assim, agiremos de acordo com a constituição de 1988, garantindo o direito de todos.