O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 18/06/2020
A constituição de 1988 fala que todos são iguais perante a lei. Mas na prática existem barreiras a ser quebradas pra serem vista igualmente. Com isso, tem a desigualdade social e a não efetivação da lei.
A princípio, tem a desigualdade que oprime por meio da internet dividindo as pessoas que tem acesso e não tem acesso. Isso acontece por ter um domínio sobre o mundo moderno, que tem um poder de manipular inviabiliza outras classes por não ter acesso. Prova disso, o site uol informa que cerca de 42% dos lares não possuem computador, quanto mais tem acesso a internet e as vezes pode até ter celular mais não consegue colocar a internet. Diante disso, percebe-se que existe uma violação ao direito e restrição do acesso a era digital a qual deveria incluir.
Paralelo a isso, tem a não efetivação da lei em favor dessas pessoas que são 63,4milhões de brasileiros não têm acesso á internet, informa pelo blogdoaftm. Desse modo, tolhe com o direito do cidadão excluindo do acesso. Com isso, a filósofa Hannah Arent fala da banalização do mal, aas pessoas que não tem acesso são esquecida, as pessoas naturaliza a situação que na verdade é um direito. Nessa perspectiva, essa minoria é inviabilizada com os direitos tolhidos por não ter acesso a internet.
Portanto, para que se possa resolver essa questão é importante que venha ser ajustado o acesso de forma igualitária. Pra isso, é dever do governo criar um projeto chamado de “igualdade no acesso”, de forma que disponibilize alguns pontos de acesso para as pessoas que não tem acesso seja em bibliotecas centros comunitários, que venha fornecer um aparelho com rede de internet que venha ser comprovado que não tenha pela sua renda familiar. Desse modo, poderá promover uma igualdade de forma que não tolha o direito do outro, a intenção é de levar mais inclusão a essas 63,4 milhões de pessoas que não tem acesso.