O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 16/06/2020
De acordo com Karl Max, a ideologia burguesa incentiva os gastos na sociedade normalizando o “fetiche de mercadoria” no qual evidencia status, poder. Nesse sentido, as diferentes posições que os grupos sociais ocupam demonstram a incompatibilidade com o modo de vida capitalista, em que nem todos tem a possibilidade de adquirir algo. Desse modo, a falta de recursos e a padronização do sistema capitalista dificulta o acesso à internet entre as pessoas. Ademais, a uniformização da indústria do consumo explora os recursos dos indivíduos, sobretudo, os mais pobres. Segundo Milton Santos, o capitalismo é perverso e promove a divisão de classes, exprimindo a miséria e a pobreza da população. Nessa lógica, o espaço social modificado por esse sistema relaciona-se com a dificuldade de obter informática básica pois a diferença financeira presente na sociedade é um dos fatores negativos no acesso á internet no Brasil. Por isso, é importante a criação de meios eficazes na distribuição de renda para os indivíduos. Além disso, a manipulação da capital influência diretamente na obtenção da tecnologia por parte dos indivíduos. Conforme o Agência Brasil, “Mais de um terço dos domicílios brasileiros não tem acesso à internet”. Nesse sentido, a má distribuição de renda contribui para a desigualdade econômica que reflete no acesso à internet básica no país, embora seja capitalizado, a diferença de capital é evidente. Logo, é significativo a equidade entre o Estado e o povo para que forneça ideias eficientes na distribuição de internet para toda a população. Portanto, é necessário que o Ministério da Economia proporcione à população maiores chances de obter internet em casa, mediante a implementação de leis adequadas para a utilização consciente da informática e da disposição flexível para os indivíduos, com o auxílio de empresas e Ongs na distribuição gratuita para pessoas pobres, a fim de gerar maior igualdade entre a sociedade brasileira.