O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 18/06/2020
Um dos adventos da globalização foi à intensificação do uso tecnológico no intuito de acelerar os objetivos progressistas sociais e laborais da época. Tal visão perdura até os dias de hoje, a qual, apesar de promover o manuseio de diversas formas, ainda enfrenta dificuldades ao acesso a este meio no Brasil, o que impossibilita que boa parte da população desfrute desse direito universal na prática. Destarte, é necessário analisar os fatores advindos dessa incursão e, para tal, urge a mitigação de duplo fomento: a desigualdade do acesso a internet, bem como a falta do acesso a materiais tecnológicos em geral. Em primeira instancia, promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos –eixo que garante o acesso a internet- assegura a todos os indivíduos o direito a igualdade e ao bem estar. Entretanto, essa ação, infelizmente, limita-se a teoria. Isso porque a inoperância governamental impera sobre as necessidades humanas, a qual se aponta a igualdade no acesso à internet. Nessa lógica, boa partes dos políticos insistem em defender seus interesses pessoais, não havendo o redirecionamento de verbas para patentear projetos de inclusão das pessoas que são marginalizadas ao meio digital. Essa restrição, advinda da ausência desse investimento, discorre na parcela do corpo social, a qual apresenta que ainda 31% dos indivíduos não têm acesso a conexão com a internet. Logo, o Estado deve intervir para contrariar a referida situação. Somado a isso, é a nível óptico que a falta do acesso a internet também é fruto da falta de materiais tecnológicos, o que retarda inúmeros desenvolvimentos pessoais e laborais na sociedade brasileira. Assim, mesmo a Segunda Revolução industrial aperfeiçoar o acesso a esfera da telecomunicação, no limiar do século XXI, os indivíduos ainda lidam com impasses para obterem o vínculo digital. Tal infortúnio se dá pela ausência de materiais digitais físicos, que influenciem o uso da internet, o que se aponta, precisamente pela escassez de incentivos de programas estatais que ofereçam o adquirimento dos mesmos. Nesse viés, visto que as pessoas estão sem este investimento, o cidadão é impossibilitado de cooperar para uma sociedade íntegra e progressista que, por sua vez, desconsidera o postulado do filósofo Liberalista, Jhon Locke, o qual afirma, sob perspectiva de oportunidades, que a sociedade deve aproveitar os meios para desenvolver-se.Portanto, para a garantia do acesso pleno à internet no Brasil, é necessário que o Governo Federal invista na introdução do sinal da internet. Para isso, uma verba maior adquiridas das multas cibernéticas deve ser destinada a patentear redes efetivas e seguras dessa plataforma. Objetivo é cessar as desigualdades perante o acesso digital e, felizmente, fazer jus a Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948. Ademais, cabe ao Ministério da Comunicação, adjunto a Controladoria Geral da União, incremente o acesso digital, por meio da promoção de programas que viabilize a captação de materiais tecnológicos, com o intuito de inclinar-se ao acesso a internet no Brasil. Somente assim, poderá a nação tupiniquim, finalmente se assemelhar aos adventos da Globalização.