O acesso à internet em questão no Brasil

Enviada em 16/06/2020

Com a revolução Tecno-Científico Informacional e a criação do Espaço Cibernético, o uso da internet se popularizou de forma mundial. Todavia, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) 33,3% das residências brasileiras não possuem acesso à internet, o que é um símbolo de segregação dentro do país. Esse triste dado se dá devido à alta cobrança de impostos dentro do país, e ao baixo nível de infraestrutura nas regiões periféricas.

Em primeiro lugar, a alta carga tributária brasileira vai de encontro aos princípios da oferta e demanda, do filósofo Adam Smith. No país a cobrança de impostos desfavorece a iniciativa privada, fazendo com que as poucas empresas existentes forneçam um serviço pouco atrativo e rentável, por coexistirem em um meio de pouca concorrência.

Paralelamente, o precário nível de infraestrutura presente nas favelas dificulta a chegada de internet a tais localidades. De acordo com a revista EBC, o Brasil ocupa a posição 71°, no ranking de infraestrutura mundial, o que é um baixíssimo número, comparado ao PIB do país.

Considerando os aspectos mencionados, fica evidente a necessidade de medidas para reverter a situação. O estado deve estimular a entrada de empresas privadas no brasil, para o ramo de telecomunicações e infraestrutura, por meio de paraísos fiscais e baixos tributos. Dessa forma, será alcançada a plenitude da sociedade idealizada por Adam Smith, com serviços de qualidade acessíveis a todos. Só então seremos um sociedade planificada, com uma menores índices de desigualdade social.