O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 22/06/2020
Promulgada pela ONU, a lei dos direitos humanos são direitos inerentes a todos os seres humanos, independentemente de raça, sexo, nacionalidade, etnia, idioma, religião ou qualquer outra condição. Contudo, devido a falta de um desses fatores poderá ser prejudicial ao bem-estar da sociedade. Entretanto, com as regiões desenvolvidas como o estado de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, entre outros, o porcentual de acesso á redes sociais, internet são de níveis maiores em relação as regiões não desenvolvidas, como o estado do Maranhão, Alagoes, Piauí, e outros. Embora, para 4,5% das pessoas em todo o país que não acessam a internet, o serviço não está disponível nos locais que frequentam, ou seja, mesmo que queiram, não conseguem contratar um pacote de internet, com um porcentual elevado na Região Norte, onde 13,8% daqueles que não acessam a internet não têm acesso ao serviço nos locais que frequentam e na Região Sudeste com porcentual de 1,9%.
No entanto, globalizando o nível, as pessoas com idade entre 15 e 24 anos (346 milhões de pessoas) não são o grupo mais conectado com 29% deles, sendo 71% desse grupo têm o hábito de acessar a internet contra 48% da população total. Todavia, esse dado se acentua no continente africano onde crianças e adolescentes têm menos acesso, com 60% dos jovens não podem se conectar à internet e na Europa essa percentagem cai para 4%. Diante disso, o acesso à internet pode marcar a diferença entre a exclusão social e a igualdade de oportunidades.
Outrossim, é necessário que o Governo com a ajuda de empresas e universidades tenham maior visibilidade na melhoria da qualidade da educação, com uma possibilidade de acessar ferramentas e informação, uma nova economia com mais opções profissionais para os jovens, melhor atenção em caso de emergência, entre outras, permitindo assim que os jovens busquem novas soluções para seus problemas.