O acesso à internet em questão no Brasil

Enviada em 03/07/2020

Em virtude do cenário atual, as tecnologias  estão ganhando cada vez mais atração e seu uso está presente em vários segmentos sociais, incluindo programas educacionais. Com o notável advento e modernização dos meios de comunicação, iniciada nos países desenvolvidos, e que está se espalhando para países emergentes e subdesenvolvidos. A teoria da evolução de Darwin diz que quem se adapta ao meio ambiente prevalece.  O mundo está evoluindo, se modernizando e aqueles que têm mais dinheiro para acompanhar essa modernização  acabam prevalecendo.

Segundo o portal de notícias do G1, o sul e o sudeste têm 30% de sua população sem contato com a internet, enquanto em outras regiões esse número aumenta para 50%. Portanto, a distribuição desigual de tecnologia, além dos diferentes poderes de compra das regiões, causa a exclusão digital de inúmeros brasileiros que não podem acessar as tecnologias devido à falta de contato ou condições econômicas.

Dados preliminares de uma pesquisa apresentada pelo Unicef ​​(Fundo das Nações Unidas para a Infância) mostram que 4,8 milhões de crianças e adolescentes no Brasil vivem em casas sem acesso à internet. Em um período de pandemia do corona vírus e aulas on-line, essa condição contribui para o aumento das desigualdades sociais. Com o uso da internet por crianças e adolescentes neste momento da pandemia tornou-se mais importante para poder acompanhar o conteúdo da escola e colegas.

Diante do exposto, é necessário promover ações para solucionar esse impasse. O Estado que tem o papel de resolver os problemas das esferas sociais deve investir na inclusão digital dessas pessoas que não têm acesso. Por isso, colocando computadores de qualidade em todas as escolas e intensificando as bibliotecas públicas com dispositivos tecnológicos, com preferência por quem realmente precisa e coloca energia no êxodo rural para aumentar a possibilidade de acesso digital para todos e igualar essas grandes diferenças de acessibilidade, de forma a permitir um maior avanço global e um avanço conjunto da população.