O acesso à internet em questão no Brasil

Enviada em 04/07/2020

De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU) o acesso à internet é um direito assegurado para os seres humanos. Contudo, esse privilégio encontra-se negligente, por não ser aplicado para toda população brasileira como está previsto, uma vez que, nem todos indivíduos tem contato com esse mecanismo tecnológico e outros o possuem de maneira fragilizada. Dessa forma, evidencia-se a questão da problemática do acesso à internet no Brasil, seja pela desigualdade social, seja pela precariedade do acesso. Primordialmente, é válido ressaltar que há diversos cidadãos brasileiros a qual não tem nenhum contato com uma rede de comunicação. Sob esse viés, os indíviduos cujo não tem obtém essa conexão, acabam sendo excluídos e tornando a inclusão digital cada vez mais distante. Ademais, segundo uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) uma a cada quatro não tem acesso à internet. Assim, não é razoável que a desigualdade no acesso à internet permaneça em um país que almeja torna-se nação desenvolvida. Outrossim, nota-se a urgência em desconstruir a precariedade no ingresso à internet. Nesse sentido, é possível analisar que as pessoas de classes mais baixas tem um contato vulnerável por ter uma rede de conexão ineficiente. Dessa maneira, o ensino a distância (EaD) se torna uma prática difícil de ser realizada com diversos obstáculos a serem enfrentados, como a instabilidade do sinal, banda larga insuficiente, ausência da internet, lentidão. Dessa forma, é possível perceber que existe uma dificuldade para se ter um ensino de qualidade. Evidencia-se, desse modo, necessidade de reverter esse quadro. Portanto, é imprescindível que haja um pleno acesso à internet para todos. Cabe, ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações em inserir uma rede de conexão com agilidade em cada cidade – principalmente nas de baixa renda - a fim de promover a inclusão digital desses indivíduos. Além disso, devem realizar um monitoramento quinzenal dessa rede, com a finalidade de certificar que todos estão obtendo pleno acesso. Assim, a desigualdade irá minimizar e o direito que a Organização das Nações Unidas (ONU) assegura, valerá para toda a população brasileira.