O acesso à internet em questão no Brasil

Enviada em 01/07/2020

Com a Guerra Fria, ocorrida em 1947, houve o advento da internet como principal meio de comunicação entre os militares envolvidos. Séculos depois, tal tecnologia se expandiu e se aperfeiçoou desencadeando uma massiva desigualdade, e por conseguinte, se estabeleceu um acesso precário, onde boa parte da população ainda sofre com a falta de internet. Nesse sentido, a realidade brasileira enfrenta inúmeros desafios a cerca do uso precário desse recurso, constituindo um desafio a ser resolvido não somente pelos poderes públicos, mas também pela sociedade.

Em meio a Quarta Revolução Industrial, as tecnologias deixaram de ser mero componente para ser o próprio ambiente, a malha social, econômica e política nas quais as relações se constituem. Porém, na atualidade não se move tal fato, acerca de que grande parte da população não é englobada, não possuindo renda suficiente para a instalação dos planos oferecidos. Em outros casos ocorre de, regiões mais remotas não terem conexão para utilização da internet, diversas vezes não tendo sinal em suas moradias.

Um segundo ponto relevante sobre o tema, é o fato de que, hodiernamente, em meio a pandemia, a rede wi-fi tornou-se fundamental para os estudantes prosseguirem o ensino, em vista disso é necessário o uso da internet, no entanto, grande parte dos indivíduos não a possuem. Segundo Sêneca “a educação exige os maiores cuidados, porque influencia sobre toda a vida”, estando totalmente ligado a grande falta de democratização a utilização de internet, sendo um empecilho nos estudos dos jovens. Em vista deste crítico problema, faz-se cada vez mais necessário uma organização melhor de distribuição desse meio no Brasil.

Portanto, diante desse crítico cenário, é indispensável solucionar a problemática tão presente no cotidiano de algumas pessoas. Dessa forma, cabe ao Ministério da Educação tornar lei, um preço em média acessível a maís indivíduos, e também de qualidade, independente do valor pago, podendo assim ajudar aqueles que não possuem o mecanismo necessário nem para o básico, que é o estudo, algo que é direito de todos. Espera-se desta forma que, essa importante ferramenta seja mais abrangente, podendo assim diminuir a desigualdade.