O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 06/07/2020
A ciência e a tecnologia aceleram a troca de informações e contribuem na evolução dos humanos. O ensino a distancia é a modalidade que mais cresce no Brasil, com flexibilidade de horários e custo reduzido. Entretanto, a proposta do governo de dar continuidade ao ano letivo dos estudantes brasileiros no atual quadro de pandemia, é falha, devido ao acesso seletivo a internet.
Em primeiro plano, urge analisar as desigualdades do mundo digital. Uma pesquisa feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2018 aponta que 46 milhões residencias no Brasil não tem aquisição a rede de internet, o que marca exclusão do estudante e o privilegio de grande parte da pululação. Nesse contexto, observamos que não existe mobilização do governo para a democratização do acesso das redes.
Ademais, vale ressaltar que estamos enfrentando uma crise, onde educadores e educandos estão tendo de que se adequar a modalidade rapidamente. Escolas publicas por exemplo, não possuem infraestrutura, disponibilidade de acesso a plataformas e professores com formação apropriada para o ensino a distancia. Assim, podemos observar a possibilidade da desigualdade no ensino brasileiro dobrar.
Logo, afim de minimizar os danos causados pela privatização do acesso a tecnologia é preciso que: o Ministério da Educação fiscalize o fluxo de dinheiro público destinando-o à igualdade e a mais fácil acessibilidade a internet, por meio de investimento e apoio do governo. Dessa maneira poderemos disponibilizar o benefício a todos. ao mundo