O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 01/07/2020
Desde o século XX, a internet vem se tornando cada vez mais importante para a humanidade, sendo o veículo mais rápido para alcançar informações e um canal de comunicação mundial. No entanto, apesar de ser acessível para muitos, ela ainda não engloba toda a população brasileira, acarretando em uma exclusão digital e uma desigualdade informacional. Diante disso, faz-se necessário uma análise desse cenário a fim de revertê-lo.
Em uma primeira abordagem, é relevante apontar que, uma pesquisa realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic), diz que aproximadamente 32% da população brasileira ainda não têm acesso à internet. Nesse contexto, é necessário abordar que, os impulsionadores dessa desigualdade são a pobreza, que grande parte da população brasileira enfrenta, e a falta de investimento e apoio para o avanço tecnológico em algumas regiões do Brasil. Desse modo, intensifica-se a desigualdade social e a informacional, uma vez que o acesso a internet não é algo democrático.
De modo complementar, deve-se pontuar que a internet atualmente tem conteúdos diversos como da área da saúde, escola, política, ou seja, praticamente todos. Nesse sentido, as pessoas que não têm recursos para ter o acesso à internet serão prejudicadas, pois estarão em um ostracismo, afastadas do círculo de informações. Assim, essas pessoas são excluídas de programações online, bem como inscrições para vestibulares ou até mesmo notícias.
É necessário, portanto, promover ações as quais alterem o quadro. Logo, cabe ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações a tarefa de disponibilizar internet a população necessitada, por meio de espaços com acesso à internet, mediante a ajuda de ONGs, com o fito de criar uma maior inclusão digital. Ademais, compete às ONGs por meio de canais midiáticos pedir doações de eletrônicos. Dessa forma, pode-se pensar em uma sociedade com mais acessibilidade.