O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 05/07/2020
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito a Eixo Social (igualdade ao acesso à internet) e ao bem-estar social. Entretanto, o acesso à internet no Brasil se mostra comprometido, em que boa parte da população não desfruta desse direito universal, dificultando sua formação e entrada ao mercado de trabalho.
Dentre os fatores, destacam-se a falta de infraestrutura e a desigualdade social, em que lugares com ausência de saneamento básico ou população alfabetizada, por exemplo, tornam-se excluídos do mundo tecnológico. Acrescenta-se ainda, o fato de que os produtos tecnológicos nem sempre são acessíveis às populações de baixa renda, bem como a falta de capacitação dos usuários digitais. Uma vez que possuir um aparelho com acesso a internet não é o suficiente, sendo imprescindível que o usuário saiba usá-lo de forma eficiente.
Faz-se mister o descaso para com certas regiões perante o acesso à tecnologia, em que diversas regiões do Brasil se tornam excluídas aos avanços tecnológicos culminados pós segunda guerra mundial, em que o índice de pessoas sem acesso à internet em áreas rurais se mostra 32% maior diante as áreas urbanas num total de 46 milhões de indivíduos segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Diante ao abordado, mostra-se indubitável necessárias ações para conter tal impasse. O Estado, em parceria a empresas distribuidoras de internet devem remediar um acordo diminuindo os impostos perante o serviço de internet garantindo a redução do preço do mesmo, fazendo com que a parcela da população de baixa renda possua possibilidades ao acesso à internet. Em paralelo, é necessária a criação de programas governamentais com o objetivo da garantia ao acesso à internet em regiões de carência, assegurando a formação do indivíduo e garantindo igualdade diante da entrada ao mercado de trabalho.