O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 03/07/2020
Segundo a primeira lei de Newton, lei da inércia, a qual afirma que um corpo em movimento tende a permanecer em movimento, até que uma força atue sobre ele mudando-o de percurso, a problemática de acesso a internet no Brasil permanece na nossa sociedade. Isto é, nos falta a força atuante capaz de mudar o percurso de tal impasse.
Antes de mais nada, é necessário ressaltar que a diferença de renda da população brasileira é desigual. Parte da população que possuem um capital mais elevado fecham seus olhos e não enxergam as dificuldades que os demais passam, o que intensifica ainda mais o não acesso a internet.
Além do mais, a falta de renda desses seres acaba por ser refletida na escassez de meios de uso de internet. Um exemplo desse inconveniente, é o levantamento que foi realizado no quarto trimestre de 2018 por meio de Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, sendo o IBGE cerca de 45,9 milhões de indivíduos não tinham acesso a internet. Em áreas rurais o índice tende a aumentar podendo chegar a 53%. Em porcentagem, áreas urbanas chegam a 20,6%. O estudo apontou que metade das pessoas sem acesso a internet não sabem como usa-la e 11,8 % não tem condições de pagar por tal serviço e para 5,7% do total, o equipamento necessário para navegar, como celular, laptop e tablet, é caro.
É inegável que são necessárias ações para remediar esse impasse. O governo em companhia de empresas de internet devem entrar em consenso para obter um preço acessível, sem prejudicar quaisquer envolvidos. O estado pode disponibilizar computadores comprados através das verbas que serão distribuídos nas áreas mais carentes dos bairros e municípios. Pode-se disponibilizar internet de boa qualidade em locais públicos.