O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 03/07/2020
Criada pela ONU em 1948, o Relatório Universal dos Direitos Humanos assegura a todas as pessoas o direito ao Eixo Social (igualdade) e ao bem viver. No entanto, o acesso à internet em questão no Brasil impede que boa parte da sociedade aproveite esse direito na prática. Contudo, os desafios de desigualdade e falha de acessibilidade a tecnologia devem ser superados de imediato para que uma sociedade íntegra seja alcançada.
Em primeira análise, de modo parecido a teoria da ação social racional relacionada pelo sociólogo Max Weber, faz com que perceba-se que a atuação de boa parte dos políticos brasileiros tem como prioridade o benefício pessoal. Portanto, ocorre um desvio do dinheiro que deveria ser utilizado na igualdade do acesso a internet. Com isso, a falta desse investimento ocasiona na desigualdade, que permite uma restrição enorme e desnecessária a este recurso.
Em segunda análise, vale destacar a dificuldade tecnológica em muitas áreas do Brasil como o motivador do problema. A partir da segunda Guerra Mundial e o começo da Guerra Fria houve um forte investimento em segmentos tecnológicos, facilitando o acesso a esses meios. Porém, por falta de aplicação de capitais e apoio em algumas regiões, várias pessoas ficaram de fora do novo mundo e impossibilitadas de terem ajuda de avanços na tecnologia.
Em virtude dessa situação, urge, portanto, a necessidade de medidas para diminuir a problemática. Sobretudo, compete à Secretaria de Segurança Pública, com apoio da Polícia Federal como órgão investigativo, fiscalizarem o fluxo de dinheiro público para destina-ló à igualdade e ao acesso mais fácil a internet, com o foco de impossibilitar os desvio desse recurso. Somando-se a isso, acontecerá a diminuição das consequências desse problema o que permitirá um equilíbrio sobre a quantidade de pessoas com acesso a internet.