O acesso à internet em questão no Brasil

Enviada em 04/07/2020

Segundo a Declaração Universal dos Direitos (ONU), todos os cidadãos têm direito à educação, todavia isso nem sempre é possível. É notório a dificuldade de algumas regiões do Brasil acessarem a internet para a educação, porque muitos jovens são de famílias de baixa renda que não tem condições de ter o Wi-fi, ou seja, dificultando a aprendizagem desses adolescentes no ensino á distância (EAD) e consequentemente ocasionando uma desigualdade.

Primeiramente, em época de pandemia não são todos que têm acesso à internet para o EAD. De acordo com a Unicef, 346 milhões de pessoas não têm acesso à internet. Embora na quarentena as escolas estão paralisadas , está ocorrendo o EAD para que o ano não seja perdido, porém muitos alunos não possuem acesso à internet, grande parte sendo de família de baixa renda, podendo impossibilitar os alunos de acessarem as aulas e as atividades, portanto prejudicando sua aprendizagem.

Outrossim, acarretando uma desigualdade, principalmente para os jovens do último ano do ensino médio. Segundo dados do blog AFTM, 63,4 milhões de brasileiros não têm acesso à internet. Portanto, terá o Enem e os alunos que não possuem Wi-fi ou não tem computadores estão sendo prejudicados pois não estão conseguindo estudar para garantir uma vaga na faculdade. Com isso, há uma hierarquia porque grande parte dos adolescentes de classe média e alta estão tendo acesso e estão estudando.

Em síntese, o governo poderá distribuir computadores e instalar internet nas casas das famílias que não tem condições financeiras ou arrumar um método para que todos possam acompanhar as aulas, como gravá-las no rádio, possibilitando que os alunos não percam as atividades propostas pelos professores. Assim, o Brasil poderá solucionar o problema.