O acesso à internet em questão no Brasil

Enviada em 07/07/2020

De acordo com a Constituição de 1988, todos os cidadãos devem ter direito a educação. Porém, com a decisão dps governos estaduais e municipais em darem continuidade ao ano letivo na forma EaD estudantes sem acesso a internet acabam sendo prejudicados. Desse modo, dois aspectos se destacam: a falta de um aprendizado de qualidade e o aumento da desigualdade social.

É indubitável que o nível de aprendizagem tenha decaído no EaD. Cerca de 80% dos jovens brasileiros sofrem de problemas com a ansiedade o que dificulta a concentração, fazendo com que a aprendizagem decaia. Isso mostra que mesmo que o estudante tenha acesso a internet e possua todo o aparato necessário, muitos não conseguem fazer os estudos renderem.

A nova forma de ensino fez com que estudantes da rede pública fossem afetados. Padre Antônio Vieira, grande nome religioso, fala que a boa educação é moeda de ouro e que em toda parte tem valor. Sob o mesmo ponto de vista, isso demonstra o aumento da desigualdade social perante a rede privada que se adaptou a ao EaD em questão de dias, em comparação a pública que ainda não conseguiu atingir nem 80% dos estudantes.

Perante os fatos apresentados, a internet no Brasil não alcança grande parte da população. Dessa maneira, cabe ao Ministério da Saúde e ao da Educação reformular o estilo da modalidade EaD, com tarefas diversificadas mas que continuam possuíndo grande cunho educacional, com a intenção de que o estudante consiga uma margem maior de aprendizado e não se disperse. Além disso, o Ministério da Educação juntamente com o dos direitos humanos deverá formular um projeto onde todos os estudantes consigam ter acesso a internet e possuam os aparatos necessários como um tablet, para que isso ocorra será necessário um mapeamento nacional de quem possuí acesso a internet para que o ensino seja igual a todos. Somente assim, agiremos de acordo com a constituição.