O acesso à internet em questão no Brasil

Enviada em 04/08/2020

Criada em 1969, nos Estados Unidos, para facilitar a comunicação dos cientistas nos laboratórios, a internet vem sendo essencial na vida da população mundial, visto que, atualmente, é através dela que ocorrem as informações e a socialização. No entanto, praticamente um terço dos cidadãos globais não têm acesso à tecnologia. Diante disso, é importante avaliar a pobreza como um fator provável para o empecilho da conexão e, também, de que forma cessar esse inconveniente no Brasil.

Convém ressaltar, a princípio, que a pobreza é fator determinante para a permanência do problema. Isso é visto, por exemplo, na África, onde 60% das pessoas de 15 a 24 anos não têm acesso à internet, isto é devido à baixa condição econômica, a qual esse país amarga. Embora o Brasil não seja classificado como subdesenvolvido, cerca de 24% dos jovens, na mesma faixa etária, não possuem internet em suas residências. Isso demonstra os entraves, quanto aos benefícios tidos, apenas, pelos de classe média-alta, que os mais necessitados sofrem. Comprova-se, portanto, que a pobreza é um porém para a dificuldade de conexão dessa classe.

Cabe-se ressaltar, outrossim, que, no ano de 2020, se tornou necessária a globalização dessa tecnologia, devido à pandemia do novo Coronavírus. Por isso, os indivíduos não podem exercer seus ofícios, em virtude do alto índice de contágio do vírus, com isso, devem se dedicar por “homeoffice”, do inglês, “trabalho em casa”. No entanto, no Brasil, alguns estados não promoveram meios para o acesso às tecnologias primordiais para os estudos e trabalhos da população, fazendo com que essas pessoas sejam prejudicadas.

Diante dos fatos supracitados, faz-se mister a promoção de ações que busquem resolver o impasse. Para tanto, é indispensável que o Executivo globalize a conexão à internet, por meio de verbas - as quais serão enviadas a todos os estados brasileiros, esses que fornecerão o acesso à tecnologia gratuitamente para todos os cidadãos - para que todos possuam meios de trabalhar e estudar, de modo que ninguém se prejudique por essa falta e, assim, cesse todo o inconveniente no país.