O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 15/10/2020
Na década de 1990, a internet foi concebida por cientistas para impulsionar suas pesquisas. Entretanto, houve disseminação para a população mundial no uso desta. Nesse contexto, hodiernamente, o uso tornou-se necessidade, haja vista que trabalhadores e estudantes são, muitas vezes, obrigados a estarem conectados nessa Indústria 4.0. Todavia, devido ao isolamento social, a população brasileira não atende as expectativas desses trabalhadores e estudantes, por consequência há o acesso precário ou não acesso à internet em seus lares.
A priori, na série “Friends”, de 1994-2004, é nítido a transição da vinda da internet. Haja vista que, na 1ª temporada, Chandler, é acostumado a trabalhar com fax e telefones, porém, após a 7ª, há um episódio em que Chandler já cita o manuseio da internet em seu trabalho ao enviar e-mails. De maneira análoga, fora da ficção, funcionários são requisitados, em muitos empregos, a obterem conhecimentos em programas de escrita ou tabelas, como Word ou Excel. Para isso, o acesso à internet, principalmente, em modalidades “home office”, faz-se presente por estar diretamente no funcionamento do dia a dia das empresas.
Outrossim, as instituições educacionais também são alvos no uso da internet. Contudo, de acordo com “G1.com”, de 2020, 30% da população estudantil não têm acesso à internet de qualidade. Sob esse prisma, estudantes sentem dificuldades em ver vídeo-aulas e, consequentemente, compreender e enviar as atividades. Para além, o filme “O menino que descobriu o vento”, baseado em uma história real, retrata a trajetória de um estudante em que não tinha acesso à internet e revolucionara seu povoado, através dos livros e revistas da única biblioteca do bairro, com a criação de moinhos de vento para geração de energia elétrica. Logo, no momento presente, a ascenção da leitura é significativamente válida na obtenção de conhecimento.
Em suma, portanto, medidas devem ser elaboradas para solucionar os impasses enfrentados pelos estudantes e trabalhadores. Para isso, o Ministério da Educação, em parceria com órgãos relacionados à Tecnologia de Informação, deve instaurar em aplicativos tradicionais de uso recorrente das empresas e escolas, versões off-line, por meio de uma atualização do aplicativo para englobar a contínua responsabilidade que ambos têm. Ademais, por meios de livros semanais, enviados via correio, há a contribuição no exercício do cérebro para obter conhecimento e, gradativamente, aumentar o exercício do autocontrole nas atividades feitas no lar.