O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 15/09/2020
Segundo Arthus Lewis, “a educação nunca foi despesa. Sempre foi investimento com retorno garantido”, e essa frase se torna mais verdade a cada dia que passa. Em época de pandemia as escolas tiveram que fechar, porém as aulas continuaram de uma maneira diferente, pelo ensino a distância, que usa computadores com acesso à internet para a comunicação entre professores e alunos. A ideia é muito boa, porém ignora que 42% das casas brasileiras não possuem um computador, e o governo nao vem dando atenção à esse fato. Outro problema é a internet, segundo pesquisas 25% das pessoas não possuem internet em casa. O governo deve agir agora para que todas as pessoas tenham o mesmo benefício.
Segundo Steve Job, a tecnologia move o mundo. Na maioria das vezes ela move de maneira positiva, como por exemplo nas aulas onlines que possibilitaram a educação em época de pandemia. O problema é a falta da democratização, pois uma grande parte da população não possui um computador em casa, aproximadamente 42%, e 25% não possui acesso à internet. Algo que devia ser direito de todas as pessoas, hoje está contida apenas à algumas, em maioria de classe média e alta. A lei garante a educação para todos.
Eduardo Galeano disse uma vez que a liberdade de mercado permite que você aceite os preços que lhe são impostos. Isso quer dizer que as pessoas aceitam o preços abusivos cobrados pelo mercado. Um exemplo disso são as companhias de telefone que não são obrigadas a mandar toda a internet que o consumidor paga, segundo a Anatel, eles podem enviar pelo menos 30%, um absurdo. Isso só contribui para a má distribução de internet.
Calcado nisso, é visto que a internet ainda não é democrática. Para resolver o problema é necessário que a Câmara dos Depustas aprovem uma lei que obrigue os estados a fornecerem internet aos alunos que precisarem, por meio de contratos com operadoras, para que assim todos os alunos tenham acesso ao seu direito de estudar. Dessa maneira, o Brasil terá menos prejuízos na pandemia que vive em 2020.