O acesso à internet em questão no Brasil

Enviada em 24/09/2020

Com o advento da 3ª Revolução Industrial, houve avanço referente às tecnologias da informação, como o surgimento da internet. Entretanto, esse avanço não atingiu toda a população brasileira, que ainda vive em um momento anterior a revolução citada, em plena exclusão. Nesse sentido, cabe avaliar o porquê de parte da nação ainda estar estagnada no tempo e como solucionar tal problema.

Em primeira análise, vale ressaltar que a desigualdade social é a principal fator que impede que todos os domicílios tenham acesso às novas tecnologias. Nesse contexto, segundo o Blog do AFTM, aproximadamente 30% da população não tem acesso a internet, o que comprova o problema destacado. Diante do exposto, fica claro que a constituição brasileira, que estabelece a igualdade entre os cidadãos, não está sendo efetivada, pois 70% da população é privilegiada. Dessa maneira, é fundamental políticas públicas para fazer valer a carta magna brasileira.

Em segunda análise, o Estado brasileiro precisa investir mais na educação, porque a partir de uma nação capacitada, empregada e com pensamento crítico, a desigualdade pode ser eliminada. Diante de tal contexto, cabe citar o pensamento de Nelson Mandela, antigo líder sul-africano, que reforça o argumento apresentado “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo.”.

Portanto, para garantir que toda a população tenha acesso a internet, de forma a reduzir as desigualdades e garantir que o povo brasileiro se aperfeiçoe intelectualmente, o Executivo, por meio do Ministério da Educação, deve destinar mais verbas ao ensino público do Brasil, de maneira a estruturar suas instituições, da primária até a superior. Assim, busca-se qualificar a massa trabalhadora, de modo que esta se torne competitiva no mercado de trabalho, e com pensamento crítico, capaz de escolher os melhores representantes para garantir melhores políticas públicas. Feito isso, garantir-se-á que no futuro o brasileiro acompanhe as inovações da 3ª Revolução Industrial e futuramente, da 4ª.