O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 16/01/2021
Promulgada pela ONU, Organização das Nações Unidas, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, garante à todos os indivíduos o direito à educação e ao bem estar social. Conquanto, o atual cenário, o acesso à internet no Brasil impossibilita que uma parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, estar conectado na era digital é necessário para que a desigualdade de oportunidades e a exclusão social sejam amenas.
Em primeiro plano, é válido citar que a educação é uma questão principal no país e, atualmente, diretamente ligado à questão da internet. Desse modo, de acordo com os iluministas Diderot e D’Alembert, autores da “Encliclopédia”, a democratização da educação é fundamental no combate à alienação dos cidadãos, garantindo aos mesmos sua efetiva liberdade. Entretanto, por causa da pandemia do COVID-19, parte da população não tem possibilidade de estudar, pois quase 40% dos lares não possuem computador. Além disso, há famílias que não têm acesso à internet e, assim, aumentando a discrepância educacional.
Em segundo plano, com o aumento da desigualdade na educação, indivíduos são forçados a criar autonomia ao estudar. Paulo Freire, que foi um dos maiories educadores do Brasil, incentivava os alunos a serem autodidatas. Todavida, indivíduos na faixa etária da adolescência ainda não têm capacidade para fazê-lo e, automaticamente, esse déficit pedagógico provocará a exclusão social.
Portanto, é mister que haja investimento em políticas públicas para a propagação da internet a população. Urge que o Ministério da Educação, por meio de um projeto de lei, invista em disponilidade de internet e computadores para indivíduos em situação de probeza, com o objetivo de dar oportunidade de forma igualitária à todos. Ademais, a disponilização da internet será em áreas públicas, com facilidade no acesso. Detarte, a democratização da internet será feita de forma justa, com igualdade de oportunidades e inclusão social.