O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 15/03/2021
Em 2011, a ONU (Organização das Nações Unidas), ratificou a internet como um direito universal do indivíduo. Em contrapartida, nota-se que no Brasil contemporâneo esse direito não está amplamente disperso no corpo social, visto que há uma grande fragilidade do acesso à internet. Nesse sentido, é pertinente solucionar as principais lacunas desse óbice supramencionado: a disparidade socioeconômica e a ineficiência governamental.
Diante desse cenário, é lícito afirmar que a desigualdade social e econômica é um impulsionador para a conexão à ambientes virtuais. Ademais, os Direitos Humanos, 1948, postula que todo Homo Sapiens Moderno têm os mesmos direitos, passando assim a ficar incluída o acesso às redes virtuais, deixando dessa maneira uma sociedade mais igualitária e justa. Porém, ao analisar o atual cenário brasileiro, fica nítida a desigualdade estrutural, principalmente nas regiões Norte e Nordeste do país, originado assim grandes lacunas sociais, como a desconexão generalizada da rede. Portanto, a superação dessa disparidade é um dos caminhos é fundamentais para solucionar o problema em discussão.
Do mesmo modo, a ineficácia estatal é um pilar central para o problema em pauta. Entretanto, a Constituição Brasileira de 1988 afirma que é dever do Estado, instância máxima do setor público, a promoção e a efetivação da igualdade entre os indivíduos, sobretudo os dos Direitos Humanos. Porém, ao analisar o cenário caótico atual, deixa claro o descaso por parte dos governantes na efetivação desse direito, coibindo assim para um sociedade mais dispersa e desigual no que tange ao acesso à informações de cunho social. Desse modo, a suplantação avizinhação desse direito é um dos desafios para a solubilização do problema.
Percebe-se, que é de importância social a solução da disparidade socioeconômica e a ineficiência governamental para sanar a pauta em debate. Com isso, cabe ao Ministério da Economia em parceria com o Ministério da Educação- setor responsável pela implementação e divulgação educacional-, combater frontalmente e ostensivelmente a desigualdade social e econômica, por meio de campanhas e auxílios para a inclusão da comunidade ao mundo globalizado, tendo como resultado uma múltipla inclusão da massa populacional. Bem como, o apoio dos grandes conglomerados empresariais do ramo da tecnologia, como a Google, Amazon, Apple, em parceria com o Governo, com enfoque nos lugares mais desfavorecidos promovendo o contato das pessoas com a rede.