O acesso à internet em questão no Brasil
Enviada em 30/03/2021
A ONU comprova que o acesso à internet hoje em dia é um direito humano. Além disso, o momento atual em que se encontra a humanidade não deixa sazão alguma para refutar tal fato. Por isso, o acesso à internet em questão no Brasil deve, impreterivelmente, ser abordado de forma sucinta. Contudo, ao que se dispõe da problemática, deve ser colocado em pauta a desigualdade social e o indispensável acesso à internet nos tempos e situações presentes.
A princípio, é fato que a desigualdade social contribui diretamente para a discrepância do acesso à internet na população brasileira. Explicitando, por conta da grande desigualdade social presente no Brasil, a parcela populacional que está em situação desfavorecida, por consequência econômica, não tem acesso à internet. Karl Marx, em analogia, dizia “A história da sociedade, até os nossos dias, é a história da luta de classes”. Trazendo para o cenário atual, a desigualdade social, gerada pela luta de classes, torna muito mais explícita a dificuldade existente no acesso majoritário à internet por parte da sociedade.
A seguinte, apresenta-se, de forma relevante, o acesso primordial à internet na situação contemporânea. Em outras palavras, a internet se tornou muito relevante para a vida, pois sem o acesso à ela, o ser humano se priva do conhecimento cotidiano e essencial. De forma análoga, Rousseau falava que o homem nasce livre, mas por toda parte se encontra acorrentado. Da mesma forma, a falta do acesso à internet se torna uma corrente, em que as pessoas se encontram aprisionadas e privadas de informações externas e essenciais.
Em suma, o Governo deveria fiscalizar as taxas de desigualdade e prevenir a mesma, criando órgãos para a fiscalização e projetos que visem a prevenção da desigualdade gradativa, para que a questão social desarmônica não acarrete na falta de acesso à internet. A fim de diminuir os fatores problemáticos de tal acesso. Ademais, os representantes municipais devem facilitar o acesso à internet e informação aos menos favorecidos, revivendo lan houses com preços baixos, para que todos consigam utilizar. Desse modo, o direito humano de acesso à internet será garantido.