O acesso à internet em questão no Brasil

Enviada em 16/08/2021

Segundo a ONU o acesso à internet se tornou um pleno direito, para o homem contemporâneo. Entretanto, infelizmente, esse direito não esta sendo plenamente usufruído, por toda sociedade brasileira, em que parcelas mais carentes da população não tem acesso às tecnologias da informação e comunicação (TICs). Por dois pilares principais, as dificuldades financeiras para se adquirir instrumento tecnológico e a falta de estrutura para redes, sendo essa a realidade da questão do acesso à internet no Brasil.

Nessa conjuntura, as parcelas mais pobres da população são as mais afetadas por não ter condições de obter aparato tecnológico. Pois,  com a chegada da pandemia, o isolamento social se tornou obrigatório, tendo o ciberespaço como grande meio, mais importante, para soluções de problemas, seja para o trabalho, a educação, o comércio e o entretenimento. Logo, mais de 42% — sem computadores, celulares ou tabletes, segundo o site de notícia G1 — da população do Brasil, sofreram uma grande  exclusão social, tendo seus diretos da constituição feridos, no que diz o estado deve promover integralmente a inclusão de todos os grupos sociais na sociedade.

Além disso, uma estrutura para o implemento da rede, também é de grande importância. Segundo Pierre Levy, “vivemos em uma sociedade superconectado, no qual informações, noticias, maneiras de acessar espaços, estão tudo na rede.” Logo, não sendo somente obstante ter um objeto tecnológico, precisa-se ter uma rede para que se possa conectar-se nela, de modo a ter então amplo acesso à internet.

Em suma,  a questão do acesso à rede no Brasil, é formada pela  exclusão da parcela carente da sociedade, por não ter condições financeiras para comprar equipamentos tecnológicos e a falta de estrutura para o implemento de rede. Desse modo, o Ministério da Ciência e Tecnologia, responsável por projeto que promovam tecnologia e ciências a toda sociedade, deverá investir para a cobertura de redes em áreas periféricas, onde esta concentrada a maior parte da população mais pobre, além disso, irá promover planos de subsídio, direcionada a parcela da sociedade de baixa renda, para que tal grupo social consiga comprar equipamentos tecnológicos pelo maior baixo preço possível, assim estaremos fazendo tal direito da ONU chegar a todos, não somente a uma parcela da sociedade.