O acesso à internet em questão no Brasil

Enviada em 02/10/2021

Em meio a uma pandemia causada pelo Coronavírus, em 2020, houve a necessidade de isolamento social, fazendo da web uma forma de contato. Entretanto, o acesso à internet não é um privilégio de todos, tornando um problema para aqueles que não possuem. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise da desigualdade social permeada pela falta de acesso às tecnologias e as consequências geradas para a sociedade.

Diante desse cenário, a necessidade de utilizar recursos tecnológicos como uma forma de retomar a realidade em um contexto de pandemia, consolidou para a desigualdade social, tendo em vista, que a internet se tornou um pré-requisito para se inserir na sociedade. Segundo o relatório feito pela Unicef, indica que 69% dos jovens têm acesso à internet. Nessa ótica, é inaceitável que a exclusão social com aquelas que não obtêm esse privilégio continue a perdurar.

Ademais, é apontar como consequências desse problema fundamental. Nesse sentido, aqueles que não têm acesso à internet estão retrocedendo em meio a avanços tecnológicos, como exemplo, a necessidade de se trabalhar por home office ou estudar online, não é uma realidade acessível a todos. Segundo, Paulo Freire: “a inclusão acontece quando se aprende com as diferenças e não com as igualdades”. Desse modo, seguindo o pensamento do filósofo, instruir-se para os desfavorecidos sem acessibilidade para serem incluídos, deve entrar em pauta para combater essa problemática.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esse obstáculo. Para isso, é imprescindível que o governo, por intermédio de governo, desenvolvam adição a inclusão digital - valor mensal para pagar a internet e equipamentos como computadores ou tablets para quem não possui - um fim de tornar acessível e incluso a todos.