O acesso à internet em questão no Brasil

Enviada em 30/08/2022

De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos- promulgada em 1948 pela ONU (Organização da Nações Unidas), é direto de todos os cidadãos, sem qualquer distinção, a educação. Entretanto, o cenário da pandemia mundial impede que isso aconteça na prática, devido, não só a falta de acesso à internet dos estudantes, como também à falta de infraestrutura das escolas.

A priori, segundo o ativista Nelson Mandela, “A educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo”. No entanto, devido o atual cenário da pandemia da Covid-19, muitas escolas mudaram o modo educacional presencial para (Ead)- ensino a distância. Ademais, a falta de acesso à internet de muitos estudantes dificulta para adquirir uma educação, rompendo com tal lógica altruísta de Nelson Mandela. No qual 29% do jovens entre 15 e 24 anos (346 milhões de pessoas) não têm acesso à internet, segundo a UNICEF.

Outrossim, de acordo com a pesquisa da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Educação (CNTE), 90% dos estudantes do Distrito Federal tem acesso à internet, porém não significa que seja boa o suficiente para acessar a plataforma Ead. Ademais, muitas famílias não tem sequer televisão em casa, imagina ter uma internet boa. Além disso , muitas escolas não tem infraestruturas o suficiente para auxiliar os alunos com a dificuldade, à falta de internet afetando a educação e a entrada de muitos jovens aí mercado de trabalho.

Portanto, é evidente que a falta de internet dos estudantes configura-se como uma questão que necessita ser resolvido. Logo, o mistério da educação, em parceria com o governo federal, por meio de verbas , deve oferecer aos mais necessitados um auxílio com o valor de duzentos reais, para jovens ter acesso à internet. Nesse sentido, o intuito da iníciativa é ampliar o acesso a rede banda larga para os estudantes, que irá proporcionar, consequentemente, menos desigualdade social.