O acesso à moradia em questão no Brasil
Enviada em 02/01/2026
A antropológica Lília Schwarez destaca a prática de uma política de eufemismo no Brasil, ou seja, determinados problemas, como entraves relacionado a falta de moradia tendem a ser suavizadas e não recebem a visita necessária. Sob essa optica, é perceptível que o reduzido debate sobre o acesso a moradia na população brasileira impede medidas enérgicas por parte do governo, obstruindo a mudança desse cenário. Assim, é essencial analisar os propulsores: a inoperância estatal e a ineficácia legislativa.
Diante desse cenário, cabe ressaltar a permanência da adversidade com a insuficiência atuação estatal. Nesse viés, Noberto Bobbie, afirma em sua obra “Cidadão de Papel”, afirma que a dignidade humana é uma qualidade intrínseca ao homem, capaz de lhe dar direito ao respeito e à consideração por parte do Estado. Entretanto, a perspectiva do autor não se concretizar, visto que poder público não proporciona programas para famílias sem alguma capacidade financeira e saneamento. Posto isso, conclui-se que as autoridades públicas promovam ações para reverter essa situação.
Ademais, cabe citar que a inesfetividade inefetividade colabora para que haja falta de acesso a moradia. Nesse primas, Gilberto Dimentein, em sua obra " O Cidadão de Papel", afirma que embora o Brasil tenha um sólido a parto legislativo , mantém-se no plano teórico. Nesse perspectiva, apesar da garantia Constituição Federal, artigo 5, quanto à proteção aos direitos básicos, tem sido neglegenciado. Logo, não é razoável que, embora objetive ser uma nação desenvolvida ainda negligêncie a efetividade de preconceitos constitucionais.
Portanto, é essencial medidas para minimizar os desafios para garantir acesso à moradia. Desse forma, cabe ao Governo promover o amplo acesso dar população à informação relativa á imediata necessidade da adoção de políticas públicas que garantam o direito à saúde, à privacidade e à segurança, estabelecendo assim o acesso da população à moradia digna, por meio de palestras e debates com profissionais da áreas da saúde e da educação, como também a realização de assembleias públicas, afim de elucidá-los sobre a importância da participação social no relevante combate à questão.