O aumento da depressão entre os jovens no Brasil
Enviada em 09/07/2018
Em 1933, com a não aceitação do diferente durante o holocausto, originou-se carnificinas aos: judeus, homossexuais, ciganos, entre outros, comandadas pelo austríaco Adolf Hitler. Todavia ao analisar a questão da depressão entre os jovens, no Brasil hodiernamente, conclui-se que tal intolerância ao diferente se persevera no atual panorama Brasileiro, fazendo vítimas tão fatais quanto em 1933. Ora pela coerção familiar, ora pela padronização social efetuada. Nessa perspectiva convêm analisar ambas vertentes para melhor resolução do impasse.
De fato, a pressão familiar gerada perante jovem é nula a visão universal, e perceptível ao padecente.
Assertiva comprovada, no cotidiano familiar ao qual os pais, avós e familiares questionam constantimente aos jovens em relação há: Relacionamentos, vida escolar, vida acadêmica entre outros, e os empoem: sua Orientação sexual,seu modo de agir, seus resultados escolares e acadêmicos dentre outros, pois como já aludido por Paulo Freire: “Não há saber mais ou saber menos: Há saberes diferentes”. Outrem é o encalço a adolescentes após 18 anos, para que os adquiram a independência financeira e posteriormente o egresso a vida adulta, é outro imbróglio que dificulta a resolução do impasse
Ademais, a padronização social exercitada pela mídia é o principal agravante para o surgimento do bullying. Corpos perfeitos estampados em capas de revistas e comerciais de televisão mexem com o psicológico de jovem que não tem o metabolismo propício para tal corpo, dificultando a socialização entre os jovens, e agravando ainda mais o número de suicídio entre os jovens brasileiros que desde de 2002 á cresceu 15% em todo o Brasil.
Desta forma, fica irrefutável que ainda há estorvos para garantir a condensação de politicas que visem a construção de uma sociedade ideal e justa. Como já dito pelo pedagogo Paulo Freire, a educação transforma as pessoas e as pessoas transformam o mundo. Á vista disso o ministério da educação (mec) deverá lecionar em escolas de todo o país aulas sobre os riscos do bullying e disponibilizar psicobiólogos para o tratamento dos já afetados, o governo federal deverá agir com o auxilio dos veículos populares de comunicação de modo que possam modificar a padronização corporal exercida no Brasil apresentando adolescentes de todas as formas, cores e raças, e por o fim o município terá de apresentar palestras em locais de fácil acesso como: praças, teatros e empresas, para que possam conscientizar os pais e familiares dos riscos da coerção familiar. para que assim obter uma sociedade ideal e justa.